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História

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A história da Döhler guarda fortes laços com a história de Joinville. Fundada em 1881, a empresa cumpre importante papel na ascensão da antiga colônia ao patamar de maior pólo econômico de Santa Catarina e um dos principais centros industriais do Brasil.

A visão de futuro e a vocação empreendedora do imigrante alemão Carl Göttlieb Döhler são as sólidas bases de uma empresa que constrói a modernidade há mais de 125 anos.


Linha do Tempo

 
6 de dezembro de 1881
Ao completar 30 anos, Joinville tem comércio organizado, planta erva-mate, ergue as primeiras escolas, igrejas, hospitais e clubes de tiro. Nesse cenário, o imigrante alemão Carl Göttlieb Döhler monta um rústico tear de madeira e, junto com a família, começa a fabricar tecidos - brim e xadrez - para abastecer a operosa comunidade local.
Início do século 20
A empresa compra os primeiros teares mecânicos. São equipamentos usados, de fabricação inglesa, adaptados às necessidades da pequena fábrica de tecidos de algodão.
1916
Carl Göttlieb Döhler morre aos 81 anos, 45 depois de inaugurar o negócio.
1956
Nova razão social: Döhler S/A Comércio e Indústria.
1961
Ano zero de uma nova era. Adota-se uma agressiva política de modernização dos processos industriais, com a mecanização do tingimento e a instalação da primeira máquina automática - uma espuladeira alemã.
1963
A chegada de 10 teares automáticos permite a fabricação de tecido xadrez com até duas cores de trama. Um marco na automatização da Tecelagem.
1965
Novo equipamento verticaliza a fabricação de tecidos, nos padrões de uma companhia sem fiação - preparação, tecelagem, tinturaria e acabamento.
1968
A Döhler compra o terreno onde construiria, a partir do segundo semestre, seu novo parque fabril, no Distrito Industrial de Joinville.
1969
Com o crescimento da Tecelagem, a empresa decide investir também na ampliação da confecção, comprando novas máquinas de costura. No mesmo ano, fecha o primeiro contrato de exportação.
1970
A nova fábrica entra em operação, mantendo inicialmente os setores de Tecelagem (março) e Estamparia (dezembro). É a grande virada na produção: por quase 90 anos dedicada ao tecimento de fios tintos, a empresa ingressa na estampagem de tecidos pré-alvejados ou tintos, elaborados em cru na Tecelagem.
1972
Teares suíços trazem para a Döhler a mais moderna e produtiva técnica de tecer existente à época, garantindo um enorme salto tecnológico.

Novas máquinas de estampar a quadros elevam a produção em cinco vezes sobre o antigo processo manual.
1973
No ano em que os antigos teares mecânicos são desativados, a Döhler constitui fiação própria, a Comfio, medida que verticaliza integralmente o processo fabril - do fio ao tecido pronto.

Embarca para a Holanda a primeira exportação de tecidos Döhler com destino à Europa.
1974
Primeira participação na Fenit, a Feira Nacional da Indústria Têxtil, em São Paulo.
1975
Com a chegada da primeira leva de fardos de algodão, a fiação própria começa a produzir.

Embarca, de avião, o lote que marca a estréia dos produtos Döhler nos Estados Unidos.
1980
Construções em ritmo frenético no parque industrial, com ampliação de diversas áreas e instalação de novas máquinas, como estampadeiras, urdideiras e engomadeiras, além de 52 teares.
1981
Inaugurado novo prédio de três pavimentos que, até hoje, abriga o setor de Confecção.

Ano do centenário da companhia, que segue crescendo a passos largos: alcança um quadro de 1.422 funcionários e produz 2,6 milhões de metros quadrados de tecidos/mês (equivalente a 310 "Maracanãs").
1982
A empresa faz história: começa a se organizar o museu próprio com documentos e máquinas antigas mostrando a evolução da Döhler em seu primeiro século de existência.

Em fevereiro, entra em funcionamento a segunda unidade da Comfio, que em cinco anos dobra a capacidade produtiva.
1983
A Comfio começa a produzir fios de poliéster puro e misturas com algodão e viscose.
1986
Primeira participação da Döhler na Heimtextil, a maior feira mundial da indústria têxtil, realizada em Frankfurt, na Alemanha.
1988
Entra em operação definitiva a primeira fase do tratamento de efluentes da fábrica.

A terceira unidade da Comfio eleva a produção em 60%.
1989
A fiação aumenta para 980 toneladas/mês sua capacidade produtiva e monta um laboratório de fibras, a fim de testar cada fardo de algodão recebido.

Em dezembro, inaugura-se a subestação de energia elétrica própria, que garante o suprimento de energia para a empresa.
1992
Entrada em operação do primeiro tear da fábrica 2, projetada para abrigar mais 440 teares Sulzer.
1993
Conclusão da estação de tratamento de efluentes, com a terceira fase do tratamento das águas residuais.
1994
Começa a funcionar a primeira máquina automática de costura transversal, que executa o embainhamento de toalhas felpudas, entregando-as prontas para dobra e empacotamento.

Moderniza-se, também, a elaboração de desenhos, com duas estações de computadores CAD (desenho assistido por computador).

Prêmio de melhor desempenho global do setor têxtil pela Melhores e Maiores, publicação da Revista Exame.
1995
Com quadro de 3 mil funcionários, a Döhler fabrica 51 mil quilômetros lineares de tecido no ano e a fiação produz 10.500 toneladas de fios.
1996
Em investimento na responsabilidade ambiental, a Döhler inaugura o aterro industrial próprio, para acolher os rejeitos sólidos resultantes do tratamento de efluentes. A iniciativa garante o Troféu Fritz Mueller, entregue pela Fatma, a Fundação de Meio Ambiente de Santa Catarina.

Fornecimento de toalhas com a marca da Olimpíada de Atlanta. Mais de 460 mil peças são embarcadas para os Estados Unidos.

Roupões, toalhas de banho e praia, toalhas de mesa, panos de copa, tecidos para decora-ção e roupas de cama Döhler recebem o certificado alemão Öko-Tex 100.
1997
Máquinas de fabricação suíça fazem a gravação computadorizada de quadros e cilindros de estamparia.

A Döhler comemora a certificação pela ISO 9002, atestando o alto padrão de seu sistema de gestão da qualidade.

Nova razão social: Döhler S/A.
1999
Nova certificação Öko-Tex, para os tecidos de algodão com tratamento anti-micróbio.

Empresa conquista a certificação ISO 14001, confirmando a adequação de seus procedimentos às normas de preservação ambiental.

Entra para o Guiness - o livro dos recordes - a maior toalha de mesa estampada do mundo, com 560,40 metros.
2000
A Döhler fornece a toalha oficial da Copa Davis de Tênis, para os jogos realizados no Brasil.

Empresa começa a usar gás natural para aquecer caldeiras da fábrica.

Novo logotipo moderniza apresentação visual da Döhler junto ao mercado.
2001
Lançamento da Service Line, a linha profissional, composta por toalhas e tecidos para hotéis e hospitais.
2002
Com o propósito de fidelizar o importante segmento de arquitetos, decoradores e designers de interiores, a Döhler lança o clube de relacionamento virtual batizado de Döhler Club.
2003
Crescimento significativo das exportações sobre os negócios da empresa, com ênfase nos Estados Unidos, na Alemanha e na Argentina.

Adequação do sistema de gestão da qualidade à nova norma ISO 9001:2000.
2004
Inaugurado escritório comercial em Nova York, para atender os clientes norte-americanos, que constituem seu principal mercado no exterior.

Empresa reforça a presença na linha profissional, intensifica campanhas publicitárias e fornece produtos exclusivos para a TV Globo, em programas como o popular Big Brother Brasil.
2005
Com ampla disseminação entre os funcionários, é lançado o Código de Ética, que contempla os sete valores fundamentais da Döhler.

Troféu Fritz Müller premia a Döhler pela terceira vez, por sua atuação pioneira na preservação do meio ambiente.
2006
Sai a primeira edição do livro com os textos classificados pelo Prêmio Joinville de Expressão Literária, uma iniciativa da Döhler.

Empresa fortalece laços de parceria com clientes nacionais, que visitam a fábrica, conferem desfile de produtos e participam da concepção de lançamentos.

Döhler comemora os 125 anos de fundação agradecendo o empenho dos funcionários.
2007
Empresa aposta no segmento de produtos com alto valor agregado e lança linha com aplicação de cristais da reconhecida marca Swarovski.

Coleção feita com fibra de bambu se completa com a inclusão de roupas de cama. Destaca-se, ainda, o lançamento do tecido Döhler para impressão digital.

Empresa recebe o Prêmio Profissionais de Marketing 2007, concedido pela Editora Referência, que edita as revistas Propaganda e Marketing.
O desenho de número 20.000 vai para a estamparia da Döhler.
Compra da primeira máquina de bordar com 15 cabeças.
2008
A Döhler e sua controlada Comfio fazem auditorias do sistema ISO 9.000 e 14.000 e recebem a certificação de acordo com as normas de qualidade e de meio ambiente integradas.

A empresa recebe a outorga de direito de uso das águas da Bacia do rio Cubatão.

Acontece o lançamento do programa de participação dos resultados – PPR – pelo qual a empresa vai distribuir parte de seus lucros aos funcionários.

A empresa adquire a segunda máquina de bordar com seis cabeças.

A Döhler compra duas retorcedeiras de dupla torção com 144 fusos cada uma.

Chega a máquina de enfestar para a confecção de 20 metros de comprimento.

Dois teares de 3,5 m de largura são adquiridos com maquineta para tecimento de tecidos planos.
2009
Acontece a implantação do sistema Lean Manufacturing, que tem como objetivo eliminar todo tipo de desperdício na empresa.

A Döhler volta a ter 100% de sua capacidade de produção ativa.

A empresa lança o selo “Feito por Mãos Brasileiras”, que consiste na produção de produtos exclusivamente feitos por mão de obra nacional.

Novo projeto para a construção da Tinturaria é aprovado pela direção.

Chega a 1ª máquina Overflow para tingimentos de tecidos felpudos. Outras duas desse tipo foram adquiridas logo.

A Döhler compra um dispositivo para filatório para a fabricação de fios flame.

A empresa investe na atualização do equipamento Uster, responsável pela análise dos fios produzidos pela empresa.

A unidade fabril recebe a terceira máquina de bordar com 12 cabeças.

A Döhler recebe dois teares de malharia circular, sendo um deles para a produção de artigos de malha Jacquard.

A empresa investe na compra do novo filatório para a produção de fios Chenille de 120 fusos.

Chega a 4ª máquina para a costura automática das toalhas felpudas e de mesa.

O setor de tingimento ganha um Turbo, máquina para dar cor aos fios com capacidade para 250 kg.

Chegam oito novos teares com 2,6 metros de largura a jato de ar para tecimento de felpudos.

A Döhler adquire mais dois teares de 3,5 m de largura com maquineta para tecimento de tecidos planos.

Quatro teares de 2,6 m de largura com maquineta para tecimento de tecidos planos incrementam a produção.
2010
A loja da Dohler é ampliada e passa a se chamar Casa Döhler, operando com preços de fábrica.

A marca estreia nas redes sociais com Blog, perfis no Facebook, Twitter e Orkut.

Tem início na empresa a aplicação da nova metodologia de avaliação de desempenho, denominada Avaliação 360 graus.

Um novo vídeo institucional da Döhler apresenta a empresa e a marca.

A empresa adquire o software de gestão empresarial TOTVs.

Investimentos em modernização do parque fabril:

Chegam a 5ª e 6ª máquinas para a costura automática das toalhas felpudas e de mesa.
A Döhler compra a máquina de costura longitudinal.

A unidade fabril ganha mais uma máquina para costura automática de bolso para roupões.
Unidade fabril adquire dispositivo para filatório para a fabricação de fios flame.

Chega a Döhler um novo Tumbler, equipamento para fazer o pré-encolhimento e dar maior volume aos tecidos.

Compra de 3 novos Jets para tingimento de tecidos sintéticos planos.

A Döhler adquire uma nova caldeira a gás para a geração de vapor, na ordem de produção de 20.000 kg/h.

Quatro novos teares de 3,5 m de largura com maquineta para tecimento de tecidos planos integram a linha de produção.

A Döhler adquire dois teares a jato de ar com 4,6 m de largura.

Chegam sete novos teares de pinça de 2,6 m com mecanismo.

A unidade fabril compra o 9º e o 10º filatório para a produção de fios Chenille.

A Döhler adquire a 2ª Máquina de enfestar para a confecção de 20 metros de comprimento, para atender a célula de roupão.

Aquisição de 16 máquinas de costura reta manual.

Chega a nova máquina de corte longitudinal.

A Döhler investe em urdideira contínua e de levantador de urdeme.

A unidade fabril recebe um Filatório de rotor com 360 pontos de fiar e 3 empilhadeiras a gás.

Novo equipamento para a climatização da fiação de Chenille melhora a produção.

Chegam mais 3 Overflows para o tingimento de felpudos.

A unidade fabril recebe três rebocadores elétricos pra transporte de insumos.
2011
A Döhler adquire uma máquina de corte longitudinal.

Chega a 7ª máquina para a costura automática das toalhas felpudas e de mesa.