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UNS & OUTROS

Cena da peça "Entardecer", que estreou aqui e fez turnê

UM ESPETÁCULO

O fortalecimento da Associação Joinvilense de Teatro (Ajote), os programas públicos de fomento (como o Sistema Municipal de Desenvolvimento da Cultura) e, é claro, o esforço das companhias fizeram de 2007 um ano mais que produtivo para o teatro na cidade. Prova disso foi o sucesso do Festival Cena 4, realizado em junho, que atraiu grande público para as doze peças apresentadas – dez de grupos daqui. E o melhor é que as atividades na Cidadela Cultural não pararam, culminando na estréia de vários espetáculos neste final de 2007 e já no início de 2008. Silvestre Ferreira, presidente da Ajote e diretor de um dos grupos mais atuantes da cidade, a Dionisos Teatro, enfatiza que o crescimento da atividade teatral não ocorreu de um dia para o outro.

Silvestre, da Ajote e da Dionisos: temos que mostrar a cara

“O ano foi ótimo em vários sentidos, mas não podemos esquecer que isso é continuação do caminho traçado por várias pessoas que trabalharam muito antes de nós.” Outro fator positivo apontado por ele é a participação de grupos joinvilenses em festivais de nível nacional, como os realizados no Rio de Janeiro e no Paraná. “É importante começarmos a mostrar a cara”, afirma. A contrapartida do público tem sido à altura. Mais de 11 mil pessoas prestigiaram as apresentações no galpão da Cidadela Cultural em 2007. A previsão para 2008 é chegar à casa dos 20 mil espectadores. Porém, segundo Silvestre, ainda faltam locais com estrutura apropriada para a prática teatral. “Joinville já tem público suficiente para que se abram mais casas de espetáculos”, assevera. Um dos novos espaços planejados é o Teatro da FCJ, que está em fase de captação de recursos.

Atriz Clarice Siewert, em cena: maturidade dos grupos locais

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Conheça o trabalho da Dionisos Teatro, um dos
grupos mais atuantes de Joinville.

Visite o site da Fundação Cultural de Joinville.


UMA BOA IDÉIA

“Não precisa muito para cuidar de um cão: dando uma agüinha, ração e um pouco de carinho, ele fica feliz.” O que diz a voluntária Regina Barbosa vale como lema para um novo grupo de atendimento ao animal carente fundado em Joinville há pouco mais de um ano. O Bicho de Rua funciona em uma lógica de mediação: leva os animais de rua até pessoas interessadas em adotá-los. No meio do caminho, abriga os cachorros e verifica a necessidade de atendimento veterinário. “Temos parceria com algumas clínicas que cobram apenas o material uitlizado”, comenta Regina. Até ganhar um lar, nas feiras promovidas nos sábados pela manhã, em clínicas e pet shops, os animais vão se acumulando.

Voluntária Regina, do Bicho de Rua: não precisa muito

Hoje, são 70 cães nas casas das seis voluntárias. As maiores necessidades do Bicho de Rua são remédios, ração, jornais, coleiras e casinhas. “Mas qualquer ajuda é bem-vinda, inclusive a participação de voluntários.” Quem estiver interessado, telefone para (47) 3433-8212 (com Regina) e (47) 3422-0723 (com Cristiane). Já o Abrigo Animal, ONG dedicada a cachorros e gatos abandonados, apresentada na Revista Döhler número 14, passa por sérios problemas de sobrevivência, com dificuldades até para manter as contas em dia. Tanto que, no final do ano, anunciou que iria interromper o recolhimento de animais carentes, devido à superlotação das instalações da entidade e à falta de recursos. Querendo ajudar, ligue: (47) 3416-0734.

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Conheça melhor o trabalho do Abrigo Animal.

A ONG Cão Cidadão, de São Paulo, dá dicas para
a posse responsável de animais de estimação.


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